A pegada do passado permeou muitos cantos de Benalmadena. Restos arqueológicos paleolíticos, os muçulmanos, os cristãos que pertencem ao património desta cidade na Costa del Sol.
Parece que os primeiros povoados em Benalmadena datam o Paleolítico Superior. Evidência destas são algumas das cavernas encontradas lá. Isto aplica-se a Gruta do Toro, no Monte Calamorro, que pertence ao Paleolítico Superior e, provavelmente, no começo era um pequeno santuário usado até o Neolítico. No interior foram descobertas pinturas rupestres entre as quais se destaca um dos animais representados por decapitado. Outras cavernas são a Gruta da Alquibla (descoberta em 2000), a Gruta do Zorrera, em que cujo o espaço continua a ser encontrados restos e indícios de que foi usado com carácter funerário; a Gruta do Muro e a Gruta das Botijas, também chamada a Gruta dos Potes, que apresenta um excelente estado de conservação.
Deixando de lado a arte mais antiga, na praia de Arroyo de la Miel existe um sítio romano. Estas ruínas romanas tinham uma fábrica importante para a produção de garum salgado, o caviar dos imperadores romanos. Ao longo da avenida de Erasa, encontramos outras ruínas romanas, as de Benal Roma.
As torres de vigias Torrebermeja, Torrequebrada e Torremuelle também merecem uma visita durante as suas férias. Algumas delas cristãs e outras muçulmanos, todas construídas com o mesmo objectivo: defender a costa de qualquer ataque inimigo.
A Plaza de Espanha, em Arroyo de la Miel, também tem significativo valor arqueológico, como foi o berço do município, com a construção das primeiras casas habitadas por trabalhadores da fábrica de papel.
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